quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Palhaçada (mais uma)

Um canibal vai ao mercado para comprar um cérebro para o almoço e vê um vendedor a fazer grande propaganda à qualidade dos cérebros de adeptos de futebol que tem em oferta.
O canibal então pergunta ao homem do mercado:
- Quanto é que custa o cérebro de um Bracarense ?
- Trinta euros o quilo.
- Humm! E tem de sportinguista?
- Sim. Oitenta euros o quilo, é da melhor qualidade.
- E de portista?
- Também tenho, mas pouco. Produto raro, cem euros o quilo e demora mais a fritar.
- E de benfiquista?
- Também há. Quatrocentos euros o quilo.
- O quê? Mas benfiquistas é o que mais há por aí, diz-se que são mais de seis milhões... Como podem ser tão caros??? - Pergunta o canibal, perplexo.
- Por acaso faz ideia da quantidade de benfiquistas que são precisos para se conseguir um quilo de cérebro? - Responde o vendedor.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Noivos casam-se em cemitério inglês

Um casal de noivos britânicos decidiu dar uma nova interpretação ao famoso “até que a morte os separe”. Samantha Smyth, de 25 anos, e Paul Adams, de 33, casaram-se num cemitério na cidade de Wisbech (Inglaterra).
A cerimónia gótica foi conduzida por um líder espiritual diante de 40 convidados (vivos).
“É um tipo estranho de lugar, mas é realmente muito bonito, e todos curtiram a cerimónia”, disse Paul.
Em vez do tradicional arroz atirado aos recém-casados, foram lançadas pétalas de flores negras.
Samantha, de família católica, e Paul, de origem protestante, moram a poucos metros do cemitério, onde costumam levar os seus cães para passear. O casal conseguiu uma autorização especial de autoridades para se casar onde os mortos repousam.


Mais uma palhaçada

Send in the Clowns

Isn't it rich?
Are we a pair?
Me here at last on the ground,
You in mid-air.
Send in the clowns.

Isn't it bliss?
Don't you approve?
One who keeps tearing around,
One who can't move.
Where are the clowns?
Send in the clowns.

Just when I'd stopped
Opening doors,
Finally knowing
The one that I wanted was yours,
Making my entrance again
With my usual flair,
Sure of my lines,
No one is there.

Don't you love farce?
My fault, I fear.
I thought that you'd want what I want -
Sorry, my dear.
But where are the clowns?
There ought to be clowns.
Quick, send in the clowns.

What a surprise.
Who could foresee
I'd come to feel about you
What you'd felt about me?
Why only now when i see
That you'd drifted away?
What a surprise.
What a cliché.

Isn't it rich?
Isn't it queer?
Losing my timing this late
In my career?
And where are the clowns?
Quick, send in the clowns.
Don't bother - they're here.


quarta-feira, 25 de novembro de 2009

2.ª Postagem

Mas já que hoje estou virado para os palhaços aqui fica um pequeno vídeo.
Até amanhã...

1.ª postagem

Não isto não é um blogue sobre palhaços.
Nem tão pouco sobre circo - embora que talvez vá parecer um de vez em quando.

Mas o que é que se há-de fazer os bons nomes já estavam escolhidos...